Ministério
da Saúde
Conselho Nacional de Saúde
|
| II Encontro Nacional
de Conselheiros de Saúde |
Tema 1 : relatório
consolidado
Fluxo de Comunicação
entre os Conselhos e a sociedade
e entre conselheiros e seus
representados
1) Introdução:
Grande parte da falta de visibilidade política do trabalho
dos Conselhos Estaduais e Municipais se deve à falta de uma secretaria
técnica bem aparelhada que cuide da divulgação de
suas discussões junto aos movimentos sociais da região e
à sociedade civil. O processo de relacionamento com os meios de
comunicação de massa, de produção de boletins
e de organização de eventos exige uma profissionalização
e condições mínimas de trabalho. Mas é preciso
que este suporte técnico aos Conselhos tenha autonomia diante dos
secretários de saúde. É preciso que os Conselhos tenham
um orçamento próprio que lhes permita manter uma equipe de
suporte com uma relativa independência das variações
de humor e do jogo de alianças políticas do alto escalão
do poder executivo. Para que isso ocorra de forma generalizada em todo
o Brasil é fundamental um regulamentação legal bem
precisa deste orçamento próprio e de sua utilização.
O fluxo de comunicação entre a sociedade civil e o
SUS se faz não apenas através dos Conselhos de Saúde,
mas também diretamente entre os usuários e os serviços
é extremamente expandida se há um grande investimento em
ações educativas nesses serviços. Trabalhos educativos
em grupo com diabéticos, hipertensos, mães de crianças
desnutridas, gestantes, adolescentes, etc são uma forma de redefinição
do modo tradicional de assistência médica, resultando numa
alteração profunda das práticas assistenciais do SUS.
Apesar da educação em saúde ser sempre valorizada
nos discursos dos políticos e autoridades sanitárias, na
prática tem se investido poucos recursos na organização
de ações de educação em saúde não
é algo que pode se basear apenas na espontaneidade e boa vontade
de alguns profissionais. Exige planejamento, recursos materiais e profissionais
treinados para que seja uma educação em saúde participativa
e não autoritária.
Apesar de serem ainda insuficientes, já existem uma série
de publicações destinadas aos gestores e sanitaristas envolvidos
na construção do SUS (boletins CONASEMS, CONASS, publicações
avulsas, CNS on Line, e livros variados são alguns exemplos O grande
vazio se relaciona à grande carência de publicações
destinadas aos conselheiros representantes dos usuários e aos participantes
dos movimentos populares de saúde. Elas exigem uma outra linguagem
, uma outra forma de organizar as matérias e uma divulgação
bastante ampla. Muitas cartilhas, vídeos educativos e boletins de
circulação restrita tem sido produzidos de uma forma descontínua
e com divulgação localizada em pequenas regiões.
É preciso que o CNS e o Ministério da Saúde
se dediquem com prioridade ao apoio à Produção de
materiais de boa qualidade e na divulgação nacional de forma
regular e continuada destes materiais educativos e formativos destinados
aos conselheiros representantes de usuários e aos movimentos populares
em saúde
2) Princípios da Política de Comunicação
(pergunta 1)
-
deve priorizar a troca de informações entre os Conselhos
de Saúde e os outros conselhos existentes (Conselhos de Seguridade
Social, de Defesa dos direitos das Crianças e Adolescentes, etc);
-
a Política de Comunicação deve fortalecer o controle
social, articulando os Conselhos de Saúde com os movimentos sociais
organizados e os não organizados;
-
a Política de Comunicação deve garantir o acesso
dos Conselheiros às informações necessárias
à sua atuação, assim como considerar todas as formas
e espaços de comunicação - nos meios de comunicação
massa, na relação entre entidades, serviços, profissionais
e usuários.(1). Nesses espaços, deve ser priorizada a ampla
divulgação das discussões, reuniões e deliberações
dos Conselhos;
-
a Política deve ser democraticamente discutida e aprovada pelos
Conselhos de Saúde;
-
deve se garantir a imparcialidade na divulgação das informações
e das ações dos Conselhos de Saúde;
-
as ações de comunicação e os materiais produzidos
pelos Conselhos deverão ter claro seus objetivos, distribuição
e avaliação de seus resultados.
-
As ações de comunicação devem dar destaque,
entre outros, aos seguintes espaços: escola, unidades de saúde,
associações comunitárias e movimentos, prefeitura;
e meios: jornais, vídeos, teatro, rádios e TVs comunitárias,
oficinas, cartilhas, etc.
-
Comunicação solidária - compromissada com os anseios
da população. Que os Conselhos se articulem com suas bases
regionais, locais e em micro-áreas para conseguir inserção
de suas comunicações específicas nas mídias
locais e regionais.
-
Adotar linhas de comunicação crítica embasada nas
condições de vida e saúde das populações,
respeitadas suas diversidades, bandeiras de luta e buscando sempre trabalhar
as políticas públicas, detentoras dos condicionantes de saúde-doença
das populações;
-
Que os conselhos busquem universalidade de sua comunicação
com a sociedade, considerando que os conselhos representam grupos de interesse
e identidades culturais bastante diferenciados, até mesmo antagônicos,
considere-se para isso que a saúde buscada é a síntese
comum a todos os representantes e representados;
-
Para se obter comunicação mais interativa e crítica
recomenda-se "formatar" comitês, comissões de comunicação
em saúde que agreguem membros de entidades com interesse na área
de saúde e que busquem.....mídias alternativas às
mídias institucionais e inclusive junto a elas.
-
Democratização da informação e dos Meios
de Comunicação de Massa
-
Transparência nos atos da comunicação
-
Linguagem acessível
-
Livre expressão (direito à comunicação)
-
Reconhecimento dos Conselhos de Saúde como peça principal
do Controle Social
3) Sobre as propostas das 8, 9 e 10 Conferências Nacionais de
Saúde (pergunta 2)
Os grupos referendaram as deliberações sobre comunicação
reunidas no Relatório da XCNS, destacando como prioritárias
os itens 76 (p. 34); 80, 80.1, 80.2, 80.3 (p 35) e o item 82 (p.35). Também
referendaram as propostas da X CNS, reunidas no texto de subsídio
ao grupo 1, destacando as seguintes iniciativas no âmbito dos Conselhos
de Saúde:
-
Boletins Informativos, amplamente distribuídos;
-
Serviços de Disque Denúncias;
-
Núcleos de informação, comunicação
e documentação, que reunam informações oficiais
e aquelas produzidas pelos próprios Conselhos e movimentos sociais,
garantido que cidadãos e entidades tenham amplo acesso ao núcleo;
-
Reuniões itinerantes dos Conselhos municipais, nos distritos
sanitários.
-
Controle das campanhas de saúde e recursos da comunicação
pelos Conselhos de Saúde
-
Criação do jornal dos Conselhos
-
Descentralização das reuniões dos Conselhos
-
Criar ouvidorias
4) Outras propostas (pergunta 3)
-
Implantação de caixas de sugestões, em pontos estratégicos,
para que o Conselho tenha acesso e possa encaminhar as providências
junto aos setores competentes. As caixas devem ser acompanhadas por cartazes
que identifiquem os Conselhos - endereço, horários de funcionamento
e data e local de reunião - e seus membros;
-
Que os Conselhos divulguem suas deliberações através
de " Carta Aberta" mensal, amplamente distribuídas à população
e entidades;
-
Que os Conselhos tenham listas de identificação dos Conselheiros,
inclusive com o telefone e entidade que representam e que chegue ao conhecimento
da população;
-
Criação de jornais murais para divulgar para comunidade
e outros Conselhos as ações e deliberações
dos Conselhos de Saúde;
-
Realização de Plenárias Distritais, que antecedam
as Conferências Municipais de Saúde, para que seja garantida
ampla participação popular;
-
Realização de eventos interativos como Feiras de Saúde,
nos diversos Distritos Sanitários, acompanhando as Plenárias,
com o objetivo de divulgar informações de saúde, oferecer
serviços básicos à comunidade e trazer participação
da sociedade;
-
Fazer cumprir a lei que determina a criação de conselhos
locais em unidades de saúde, bairros e regionais, incentivando a
participação de cidadãos e lideranças comunitárias;
-
Incentivar a criação de redes estaduais de comunicação
entre os Conselhos;
-
Realização de Encontros, Seminários, para divulgar
as deliberações do II Encontro Nacional de Conselheiros,
antes das eleições, possibilitando o debate com os candidatos.
-
Realização de cursos de capacitação para
Conselheiros e lideranças sobre a legislação do Sus
e sobre a área de comunicação.
-
Que os Conselhos estaduais posam interferir ou avaliar o processo de
municipalização de cada município, implementando estratégias
para garantir a eficiência do sistema.
-
Fundo para operacionalização dos conselhos municipais
de saúde
-
Cartazes nos locais de saúde - tanto os públicos quanto
os privados conveniados
-
Remeter atas das reuniões dos conselhos locais para seus representantes
no conselho municipal e vice-versa
-
Elaborar relatório de cada reunião do conselho divulgando
na mídia (rádio/jornal) em diversos segmentos dos bairros
-
Que o conselho nacional crie programa de divulgação na
TV e rádio que em variados modos agrupe assuntos como: PEC169 e
outros e que seja em horário de maior possibilidade de audiência
e que os assuntos possam ser criativos como um desenho ou temas reais de
fácil entendimento.
-
Qualidade na comunicação, linguagem simples de fácil
entendimento pela grande maioria dos usuários da saúde, respeitando
as culturas e expressões regionais
-
Que os conselhos disponham de recursos humanos para receber denúncias
de usuários e encaminhá-las para os setores competentes,
acompanhando as devidas soluções para os problemas levantados
-
Elaboração de boletins informativos para as crianças,
utilizando desenhos e uma linguagem acessível sobre o papel do conselho
e as formas de participação
-
Participação efetiva dos conselheiros de saúde
nos movimentos sociais organizados em contato direto com os usuários
-
É urgente a necessidade de estabelecer-se uma política
de comunicação onde haja principalmente a capacitação
de conselheiros. Estes devem atuar como multiplicadores estabelecendo uma
relação contínua com as suas bases. Estas, por sua
vez, levarão aos diferentes segmentos da sociedade as informações
necessárias à conscientização da importância
e do poder dos conselhos de saúde (Mariane G. Hagemann Novo Hamburgo
- RS)
-
O princípio norteador de uma política de comunicação
baseia-se no acesso à informação da sociedade organizada
e desorganizada, sendo dado o caráter de utilidade pública
- um passo fundamental a ser definido no II encontro nacional de conselheiros
de saúde é de uma ação pactuada de auto-afirmação
da autonomia dos CMS, CES e CNS.
-
Essa autonomia, em relação aos executivos, deve objetivar
que se tenha um veículo de comunicação dos Conselhos
de Saúde, onde os assuntos de interesse dos usuários, trabalhadores
e prestadores de serviço sejam divulgados para toda a sociedade.
-
Deve-se então centrar forças na definição
de recursos orçamentários nos CMS, CES e CNS para a área
de comunicação com a finalidade de: contratar jornalistas
(serviços), contratar gráficas; divulgar as resoluções
de interesses sociais nos meios de comunicação locais; criar
parcerias na produção de artigos, notas, avisos em publicações
de movimentos, ONGs, Igrejas, etc (Luiz Carlos Ferreira Feitosa)
-
Para melhorar o mecanismo de divulgação deve-se: garantir
no próximo orçamento estadual e municipal valor para implementar
a divulgação das ações do conselho estadual
e municipais (Luiz Augusto CES Espírito Santo)
-
Mobilizar debates e estudos sobre temas específicos das políticas
de saúde, como por exemplo saúde mental, saúde do
trabalhador, gestação na adolescência, entre outros,
com o objetivo de implementar as praticas de saúde e soluções
de impacto
-
A comunicação implica na construção de possibilidades
de expressão e diálogo compartilhado democraticamente entre
conselheiros e suas bases
-
Estabelecer fluxo de comunicação de dupla via entre os
conselhos nacional estadual municipal, regionais e locais
-
Criação de um mecanismo único à disposição
da comunicação entre conselhos e sociedade e conselheiros
e seus representantes (Ana Nideva)
-
Promover ampla divulgação aos usuários de forma
transparente através de boletim informativo, das ações
dos conselheiros
-
Criar uma assessoria tais como comunicação jurídica,
contábil, bem como auditoria sobre serviços de saúde
prestados à comunidade
-
Que o conselho informe dos direitos do cidadão usuário
de saúde mediante meios de comunicação - rádio
TV, jornais
-
Promover formação continuada do papel do conselheiro com
instrumentalização teórica e prática. Que toda
deliberação do conselho seja divulgada na imprensa para conhecimento
-
Que o conselho de saúde promova encontro em forma de mesa redonda
nas comunidades com a presença dos conselheiros para levantar as
reais necessidades comunitárias e sugerir propostas encaminhadas
e apreciadas(Rondônia)
-
Que o CNS promova condições estruturais (espaço
físico, econômico, político, etc) para a manutenção
dos conselhos em saúde
-
Que o CNS promova cursos de capacitação, seminários
locais e visitas aos conselhos locais (Brasília DF)
-
Que todos os conselhos recebam com antecedência as propostas políticas
que afetam o funcionamento dos conselhos e a sustentação
do SUS
-
Que todos os conselhos locais, municipais e estaduais recebam com antecedência
as propostas políticas que afetam o funcionamento dos conselhos
e a sustentação do SUS
-
Que seja desencadeada uma grande pressão política aos
parlamentares de todas as regiões (cada conselho pressiona seu vereador,
deputado etc) para que seja criada uma lei que garanta espaço gratuito
nos meios de comunicação, TV, rádio, jornais, para
informar a população da importância da participação
popular nos conselhos de saúde e no esclarecimento do que é
o conselho e o que ele faz.
-
Os conselho devem procurar obter o envolvimento da comunidade através
dos movimentos populares, igrejas, escolas, enfatizando o papel de sua
legitimidade (Maria Helena)
-
Criação de comissões locais em unidades de saúde
do município para discutir e propor a política municipal
de saúde composta por representantes de todos os segmentos sociais
para discussão e definição da política municipal
de saúde
-
Buscar espaço para o Conselho Municipal de Saúde nas rádios
comunitárias para divulgar os seus objetivos, atos e decisões
-
Que se garanta na formulação da PEC169 o percentual para
as três esferas de governo para os Conselhos de trabalharem a comunicação(criação
das comunicações de imprensa e divulgação para
informação, educação e comunicação
em saúde);
-
Que os conselhos criem comissões temáticas assessorados
ou não por técnicos sobre os itens específicos
-
Incentivar e subsidiar com assessorias técnicas os conselhos
de saúde para formular propostas de LDO, orçamento e execução
orçamentária necessárias a sua organização
e estruturação, inclusive na comunicação social
-
criação de fóruns de usuários e trabalhadores
de saúde a fim de socializar as informações relativas
aos conselhos de saúde;
-
garantir jornalistas ou(e) estagiários de jornalismo para atuarem
nas comissões municipais de imprensa e divulgação,
bem como demais necessidades da área dentro dos conselhos municipais,
conforme ítem, 79 do relatório da 10 Conferência Nacional
de Saúde
-
Que os conselhos municipais criem diversas forma de comunicação
com a sociedade: boletins informativos mensais, jornais, salas de espera
em unidades de saúde com TV e Vídeo com fitas educativas
de acordo com a realidade de cada município;
-
Produção de releases para a imprensa das atividades do
Conselho Municipal de Saúde;
-
Buscar espaços nos veículos de comunicação
sindical e outras entidades;
-
Criação do Mural da saúde nas escolas em articulação
com as organizações estudantis e comunitárias;
-
Criação de "mural de rua" para divulgação
das ações do CMS;
-
O grupo de trabalho tema 1B exige que sejam implementadas as decisões
das 9 e 10 Conferências Nacionais de Saúde, assim como do
1 encontro nacional de conselheiros relativos à comunicação;
-
Visando melhorar a divulgação do trabalho e a importância
da participação popular nos Conselhos locais e municipais
de saúde, criar regulamentação e recursos financeiros
através do CNS e MEC, para realização de concursos
de redação municipais a nível de 1 e 2 graus, enfocando
o assunto. O concurso seria monitorado pelos CMS, SME, SEE e escolas particulares
inserido dentro do currículo escolar. Os melhores trabalhos deverão
ser premiados para incentivas a pesquisa. O assunto se refere ao relatório
da 10 Conferência Nacional de Saúde, itens e números
76 a 81;
-
Resgatar e integrar uma comissão a nível nacional que
acompanhe os resultados desse II Encontro Nacional de Conselheiros de Saúde
e das conferências já aprovados a exemplo da organização
dos gestores nas Bipartites e Tripartites nos Fóruns Intergestores
e em um Fórum inter-conselho. A composição e funcionamento
da comissão deverá ser regulamentada após aprovação;
-
Que os conselhos tenham telefone próprio, fax, transporte para
entrega de convocações do conselho, computadores, assistência
de uma assessoria de imprensa para divulgação dos trabalhos
dos conselheiros.
-
Temos que buscar respaldo legal para que a mídia divulgue as
noticias dos Conselhos
-
Tem que haver intercâmbio entre os Conselhos de Saúde
-
Investir e valorizar as rádios comunitárias
-
Viabilizar as deliberações da 10 Conferência
-
Que os atos de comunicação busquem a ampliação
da representividade (respeitabilidade) do Conselho
-
Criar comissões de comunicação nas diferentes esferas
dos Conselhos
-
Usar os rádios amadores
-
Que as ações de comunicação dos Conselhos
recebam apoio técnico e financeiro das esferas de Governo
-
Trabalhar mais e melhor o conceito do que é ser um Conselheiro
de Saúde
-
Investir na capacitação de Conselheiros através
de políticas de comunicação
-
Utilizar espaços culturais como teatro, música, cordel,
etc.
-
Divulgar nos Conselhos as leis sobre comunicação social
5) Sobre o orçamento da área de comunicação
do SUS (pergunta 4)
-
Criação de rubrica específica para a Comunicação
nos Conselhos de Saúde dentro da Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO);
-
Que seja garantido cursos de capacitação, legislação
básica do SUS, sobre dotação orçamentária,
assim como informações e orientações elementares
imediatas sobre procedimentos e prazos, para que os Conselheiros possam
interferir efetivamente nos orçamentos e prestação
de contas;
-
Que a Comissão de Comunicação do Conselho Nacional
de Saúde, viabiliza meios para que as informações
de saúde sejam consideradas de utilidade pública, garantido
sua veiculação gratuita nos meios de comunicação
social;
-
Incentivo à criação de rádios e TVs comunitárias
que tenham programas de divulgação das ações
de saúde e dos Conselhos, inclusive nas TVs à cabo.
-
Os conselheiros não tem acesso ao orçamento: ele é
escrito de maneira codificada
-
Que o Conselho Nacional de Saúde envie mensagem ao Congresso
solicitando rubrica própria para a comunicação
-
Que os conselhos de saúde tenham orçamento próprio
elegendo prioridade, e que a comunicação seja uma dessas
prioridades
-
Buscar nos impostos de cigarros e bebidas as verbas para os conselhos
-
orçamento da comunicação em saúde tem que
ser transparente
-
Que se crie mecanismos que facilitem o acesso, interpretação
e discussão do orçamento
-
Tem que haver controle social no orçamento da comunicação.
-
que se aplicar ao orçamento da comunicação a nível
federal, deve ser seguido por estados e municípios
6) Outras propostas
Sobre Orçamento:
que seja repassada à Comissão de Finanças e
Orçamento dos Conselhos, todas as informações sobre
despesas, receitas e conveniados, efetuadas pelas Secretarias antes da
entrega ao contador, com periodicidade mensal;
os Conselhos de Saúde devem procurar conhecer os prazos para
apresentação do orçamento ou plano de metas a fim
de impedir prejuízos ou afobação que implique na aprovação
à qualquer custo, como se estivéssemos apenas abonando e
não deliberando, como é o seu papel;
aprovação da PEC 169;
Sobre capacitação de Conselheiros:
Que quando forem feitos seminários de capacitação
de conselheiros municipais ou estaduais seja primeiro ouvido em assembléia
entre os conselheiros para se saber quais são as dificuldades entre
os mesmos de conhecimento do que é o conselho, para que os municípios
e os estados na ocasião do plano orçamentário, seja
incluído uma verba específica para o custeio do conselho
e dos conselheiros tanto em âmbito local e muito mais em caso dos
conselheiros serem eleitos e terem que se deslocar para fora do seu estado
ou município para representarem os conselhos a que pertencem.
Sobre relações internas nos Conselhos:
Que os conselhos sejam respeitados pelas secretarias dos Conselhos,
para que as mesmas secretarias não tomem o lugar dos conselheiros
fazendo até sorteio para ver quem é o conselheiro que vai
participar. E que jamais outra pessoa possa representar o conselho. O Conselheiro
tem que ser respeitado no desempenho dos seus deveres.
Sobre relações internacionais
Que os Ministérios de Saúde do Brasil e Paraguai, para
que estabeleçam entendimentos sobre o atendimento à saúde
do "brasiguaios".
Coordenadores e relatores:
Grupo 1A Coord. Maria Inez Almeida; relatores:Sebastão
R. de Souza, Eriberto Fleischmann, Janine Cardoso
Grupo 1B:
Grupo 1C: Coord.Valdeci Ambrosio do Nascimento;relator:
Oscar de Barros Souza (adjunta Esther)
Grupo 1D
Consolidação: Aurea Pitta
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